"Nem sempre o sofrimento aparece com nome, forma ou explicação.

Às vezes, ele surge como angústia, impulsos, repetições ou a sensação de que algo não faz sentido, mesmo quando, por fora, tudo parece 'normal'.

A psicoterapia pode ser um espaço para pensar, falar e compreender aquilo que hoje só dói ou confunde."

Muito prazer, sou Guilherme, psicólogo clínico.

Meu trabalho se fundamenta na Psicanálise, a partir de Freud e Lacan, em diálogo constante com a Filosofia, para ajudar você a entender as raízes do seu sofrimento e construir sentido para a sua própria história.


Aqui, não ofereço respostas prontas.
Ofereço escuta, reflexão e um espaço ético para que algo possa ser elaborado.

Para adolescentes

Para adultos

Para idosos

Acompanhamento em uma fase marcada por transformações, conflitos internos e descobertas. A partir de 11 anos.

Para quem vive angústias, repetições, conflitos emocionais ou busca compreender melhor sua própria história.

Apoio emocional, elaboração de vivências e cuidado com o sofrimento psíquico ao longo do envelhecimento.

Sobre mim: meu jeito de fazer clínica

Atuo como psicólogo clínico atendendo adolescentes, adultos e idosos, com experiência em diferentes fases da vida e em distintas formas de sofrimento psíquico.


Minha formação inclui:

Graduação em Psicologia pela FAESA (2024);

Especialização pelo Instituto ESPE em Filosofia da Psiquiatria,

Minha escuta foi construída ao longo de anos de estudo, prática clínica e diálogo com diferentes áreas do saber.


Meu trabalho une Psicologia Clínica, Psicanálise e Filosofia, não para tornar o processo mais complicado, mas para aprofundar a compreensão da experiência humana.

Acredito que o sofrimento psíquico não é algo a ser silenciado ou eliminado rapidamente, mas algo que pode ser compreendido, simbolizado e ressignificado através da palavra.


O que pode ter te trazido até aqui

Talvez você esteja vivendo:
Angústia ou sofrimento emocional sem conseguir explicar exatamente o porquê.
Repetições de comportamentos ou situações que se impõem, mesmo quando você tenta mudar.
Emoções intensas ou impulsos que parecem fora de controle;
Dificuldade de compreender seus próprios sentimentos;
Questionamentos sobre si, sobre a vida ou sobre o sentido do que está vivendo;
Nem tudo o que nos afeta se apresenta de forma clara.
A terapia começa justamente onde as palavras ainda estão sendo construídas.

A Psicanálise na prática

A psicanálise parte da ideia de que nem tudo o que sentimos é plenamente consciente. Muitas vezes, o sofrimento aparece em sintomas, repetições ou angústias que não sabemos explicar.


Na clínica, o trabalho acontece por meio da fala e da escuta.

Utilizo a Psicanálise Freudiana e Lacaniana, compreendendo que:

- Cada sujeito tem uma relação singular com seu sofrimento;

- O tempo do processo não é o mesmo para todos;

- Nem sempre o que importa é o “quanto” se fala, mas o que emerge em cada sessão.


Por isso, trabalho também com a possibilidade de sessões de tempo variável, respeitando a demanda e o movimento de cada paciente, e não apenas o tempo marcado no relógio.

Perguntas frequentes

Como funciona a terapia?

Para quem está começando, a terapia é um espaço de descobertas. Você traz aquilo que deseja compreender, e juntos investigamos o que aparece na fala, nas emoções e nas repetições da vida cotidiana.

Você aceita convênios?

Atualmente meu atendimento é particular. Escolhi não atender por convênios para poder dedicar mais tempo a cada paciente, aprofundar melhor o tratamento e oferecer um cuidado realmente individualizado.

Mas eu emito nota fiscal, e você pode pedir o reembolso ao seu plano de acordo com as políticas do seu convênio.

Por que às vezes me sinto mal mesmo fazendo terapia?

O processo terapêutico não elimina automaticamente o sofrimento. Emoções difíceis podem emergir ao longo do caminho, especialmente quando algo começa a ser elaborado. A mudança, para algumas pessoas, acontece de forma gradual.

Eu sou louco(a)?

Não. Sentimentos intensos ou impulsos não significam loucura. Muitas vezes, são formas do corpo e da psique reagirem a experiências que ainda não puderam ser compreendidas ou simbolizadas.

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